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Planejamento de Marketing Turístico Uma das especialidades da Cria Rumo, o Plano de Marketing tem o objetivo de definir o posicionamento estratégico de marketing, orientar as ações voltadas para o mercado e garantir maior retorno ao investimento público e privado no turismo de uma determinada região. Trata-se, portanto, de uma das mais importantes ferramentas do Planejamento do Turismo.

Cerca de 150 municípios baianos estão no mapa de destinos turísticos, seja por suas praias, cachoeiras, patrimônio histórico, etc. No entanto, apenas quatro foram classificados na categoria A, de acordo com a mais recente Categorização realizada pelo Ministério do Turismo, em 2015, que tem como objetivos otimizar a distribuição de recursos públicos e aperfeiçoar a gestão pública do turismo. São eles, Salvador, Cairu (Morro de São Paulo), Mata de São João (Praia do Forte) e Porto Seguro.

Isso significa que o estado possui um grande potencial turístico, mas que ainda precisa ser melhor aproveitado. O Planejamento do Turismo e o Planejamento de Marketing Turístico funcionam como importantes ferramentas para a captação e aplicação responsável dos recursos disponíveis em prol do desenvolvimento dos municípios.

De acordo com Ernesto Ribeiro, sócio da Cria Rumo e mestre em Administração Estratégica, o Plano de Marketing tem o papel de definir o posicionamento estratégico do município/região e traçar as diretrizes para apresentar o destino e alcançar o público-alvo desejado. “A partir do Planejamento de Marketing, define-se também o que não se quer, evitando um turismo desordenado e com impactos negativos para o território”, explica. 
A Cria Rumo já desenvolveu os Planejamentos de Marketing de Valença, Imbassaí, Praia do Forte, Serra Grande, Costa do Dendê, Costa do Cacau e Costa das Baleias.

O tempo de elaboração do Plano de Marketing varia entre quatro e seis meses, dependendo das especificidades da localidade, e pode ser dividido em três etapas: diagnóstico, definição de estratégias e plano de ação. Todo o processo é executado de forma participativa, com o envolvimento da comunidade local, dos poderes público e privado.

O resultado a ser alcançado é a qualificação do produto turístico e foco mercadológico para o turismo do município ou região. 
“O trade turístico e a comunidade precisam se apropriar do plano com contribuições e cobrando a sua execução para que o planejamento não seja apenas um plano de governo, que muda e recomeça a cada quatro anos. O Planejamento deve ser pensado como um projeto de longo prazo”, conclui Ernesto Ribeiro.